Um dia descobrimos que no final tudo se ajeita. Que chorar, ao mesmo tempo que ajuda a aliviar a dor, não faz com que ela passe. Descobrimos que o amor está nas pequenas coisas e que a vida é um dom divino. Aprendemos a respeitar as diferenças e assim envelhecemos, nos damos conta que precisamos de muito tempo para aprender tão poucos grandes valores; Aprendemos que não podemos voar, mas que podemos quebrar fronteiras e ultrapassar limites, podemos silenciar até as mais grotescas bagunças que habitam o canto mais profundo de nossos corações. - Nathália Oliveira
Nunca fui de acreditar no destino. Era cética a respeito de tanto A+B quanto B+C serem iguais a D.
Na minha privada consciência, nós fazíamos o nosso presente, o aqui, o nosso agora. Mas estranhamente me deparei pensando que tenho sempre evitado x lugares e y pessoas, que tenho me colocado sempre abaixo de tantas razões… Mas subitamente a vida me levou e trouxe de volta aos lugares dos quais tanto fugi. Me colocou de volta a tantas posições que renunciei e, pra finalizar, me convenceu que realmente um futuro certo me espera e que só terei influência sobre o que está realmente sob o meu controle: nem tudo.
- Olhando tudo à minha volta, me peguei observando atentamente os pares. Pares de amigos fazendo palhaçadas só para terem comentários no próximo encontro. Pares de casais desfrutando sua paixão. Pares de plantas enfeitando vasos. Pares de cores formando desenhos em quadros. Pares de cães passeando e brincando com seus donos. Pares. Encaixes que, unidos, se completam. Tudo nessa vida era par. Pensar nisso fez minha cabeça girar. Me encolhi e encostei a cabeça entre os joelhos sentindo vertigem e um aperto agudo no fundo do peito e tive uma súbita e arrebatadora vontade de sumir. Queria sumir para os confins da terra e ficar o resto da vida por lá. Queria sumir com essa vontade de sumir sabendo que ninguém tentaria me encontrar. Queria sumir porque doía demais essa sensação de que não tinha e não era de ninguém. Doía enxergar que entre tantos pares, eu era ímpar.(claudio-mc)
Nunca fui de acreditar no destino. Era cética a respeito de tanto A+B quanto B+C serem iguais a D.
Na minha privada consciência, nós fazíamos o nosso presente, o aqui, o nosso agora. Mas estranhamente me deparei pensando que tenho sempre evitado x lugares e y pessoas, que tenho me colocado sempre abaixo de tantas razões… Mas subitamente a vida me levou e trouxe de volta aos lugares dos quais tanto fugi. Me colocou de volta a tantas posições que renunciei e, pra finalizar, me convenceu que realmente um futuro certo me espera e que só terei influência sobre o que está realmente sob o meu controle: nem tudo.
Daí a gente se lembra do dia em que tivemos tudo na mão, que tivemos aquela oportunidade única e a pessoa que tanto amamos e deixamos escapar. Mas a vida é assim: nos encontros e desencontros de cada esquina se encarrega de nos colocar sempre no lugar certo mesmo que em horas erradas.
- Tentamos retomar o tempo perdido sem saber que o próprio é indomável. O tempo que ao mesmo segundo que está sendo somado, está subtraíndo nossas sensações, momentos e vaidades. Subtraíndo pessoas e até lugares de nossas vidas.
Mas dizem que é assim não é? Não importa a decisão que se tome e quanto tempo o tempo irá levar, sempre haverá algo que deixaremos para trás.
- Olhando tudo à minha volta, me peguei observando atentamente os pares. Pares de amigos fazendo palhaçadas só para terem comentários no próximo encontro. Pares de casais desfrutando sua paixão. Pares de plantas enfeitando vasos. Pares de cores formando desenhos em quadros. Pares de cães passeando e brincando com seus donos. Pares. Encaixes que, unidos, se completam. Tudo nessa vida era par. Pensar nisso fez minha cabeça girar. Me encolhi e encostei a cabeça entre os joelhos sentindo vertigem e um aperto agudo no fundo do peito e tive uma súbita e arrebatadora vontade de sumir. Queria sumir para os confins da terra e ficar o resto da vida por lá. Queria sumir com essa vontade de sumir sabendo que ninguém tentaria me encontrar. Queria sumir porque doía demais essa sensação de que não tinha e não era de ninguém. Doía enxergar que entre tantos pares, eu era ímpar.(claudio-mc)
Foram noites chorando, dias lamentando o “e se?”, as possibilidades… Está na hora! É a sua vez de olhar para si e permitir-se viver novos sonhos, novos dias, novos amores. (NatháliaOliveira♫)
Silenciosa Bagunça. 1 mês antes de criar este tumblr, eu havia passado por muitos problemas: um deles me trancou em uma revolta "sem fim" me levando a excluir o meu primeiro tumblr.
Certo dia, depois de um acontecimento em minha vida era certo: eu precisava extravasar aqueles sentimentos que me sufocavam, que me tiravam o sono e que estavam começando a me transformar em uma menina doente, triste, vazia. Então criei esse tumblr. A princípio ele se chamaria "Invicta Dor", mas na noite desse mesmo dia, ao ligar a tv, passava uma matéria sobre uma escritora que estava comentando uma de suas obras: "Silenciosa Algazarra." Comecei a filosofar sobre o título que me prendeu a atenção: "Como uma algazarra poderia ser silenciosa, quieta?" e no meu ponto de vista cheguei a uma conclusão: Meu interior estava bagunçado de tantos sentimentos confusos, existia raíz de raiva no amor, existia um fundo de tristeza em cada sorriso... Eu estava confusa, meu interior estava bagunçado, mas havia uma vantagem: Ninguém presenciava, sentia e muito menos ouvia a tal bagunça, ela era silenciosa.
Silenciosa Bagunça são aqueles sentimentos que nos consomem, que nos abrigam, que nos definem, seja quais foram. São aqueles que não expressamos, são sentimentos que silenciamos dia-pós-dia, até mesmo o amor ou a alegria. Através disso tenho aprendido a lidar com os meus sentimentos todos os dias conquistando a cada dia que passa a minha felicidade, pois ela é logo ali.
Ps.: Meu tumblr não se refere a um tema específico. É apenas exatamente a expressão de como sou e de como penso.
Eu espero que tenha lido, afinal, é sempre bom compartilhar uma história. Aproveite!